14 agosto, 2007

Dia dos Pais

A data é comercial, inventada para vender mais, porém assim como o dia da Mães e alguns outros, vingou. Agora faz parte... E a gente curte o lance. Neste domingo, o almoço ficou por conta dos herdeiros do Seu Chico e de Dona Ana: a Úli e o Claudio trouxeram uma picanha assada na cerveja (molho divino!), o Ale e família trouxeram um pernil assado no vinho e ervas (supimpa!). Salada verde, macarrão e arroz fizeram o acompanhamento, tudo regado a um bom vinho tinto chileno. Para coroar o banquete, uma torta Minerva, obra delicada e plurisaborosa da Ana! Presentes? Nem precisava, mas ainda ganhei umas cuecas, meias de algodão e... um pacote de trufas! Foi beleza, galera. Ter minha pequena tribo reunida - além da visita da Ana Claudia + Luisa, que aprontou um monte com o Pedro - foi um momento muito especial. Lado esquerdo do peito, mesmo.

02 agosto, 2007

Album de fotos no Webshots

Aí estão algumas fotos de viagens, que coloquei no Webshots (www.webshots.com). Podem ser copiadas e/ou receber algum comentário - sempre bom para orientar a gente.

Basta clicar na foto para ampliá-la, e aí aparece a opção de ver o "slideshow", que mostra o álbum em seqüência. Espero que você goste.

30 julho, 2007

Lição de civismo

O Pedrinho estava comigo no carro e perguntou "Vovô, o que é uma vila?", porque havíamos comentado que ele mora numa rua da Vila Santa Efigênia... Expliquei que vilas ou bairros são grupos de casas dentro da cidade e que naquela hora estávamos passando por um bairro - o Centro Cívico. Mostrei o Palácio do Governo ("onde fica o chefe do Estado") e a Prefeitura ("onde fica o chefe da cidade"), e continuamos o passeio. Na volta, passando pela mesma rua, perguntei se ele se lembrava do que havia ali à direita... Sem hesitação, e do alto de seus três anos e meio, declarou: "Aquele é o Palhaço do Governador!"

27 julho, 2007

Dia de frio especial

Hoje a Edna chegou pro trabalho dizendo que em Itaperuçu a geada pegou forte. Tudo branco, com gelo grosso nas baixadas. O sol brilhando forte dizia que aquilo era exagero - mas foi preciso pulover e casaco pra sair para o trabalho! O Pedro, no escritório, contou que o balde de água que ele deixa para fora do muro, para os cahorros de rua, era um bloco de gelo!
Isso me leva à velha Curitiba de quarenta anos atrás, quando a gente saía para a escola pisando nos charcos gelados, e o branco da geada ficava na grama até perto do meio dia, nas áreas de sombra.
De tarde, após a chegada da Ana da praia, onde ela esteve por uma semana ajeitando a casa, peguei a Quantum e fui buscar o quadro do meu avô na casa de minha mãe e o pendurei na parede do escritório, ao lado de minha mesa. Mais uma pendência resolvida! E ele ficou ótimo ali, com sua pose séria, vestido de cavaleiro num casaco vermelho, testemunha de tempos outros, onde tradições, ética e humor inteligente conviviam numa boa - e sinto que ele vai influenciar o ambiente positivamente.
Uma caneca de café bem quente esquenta as mãos e o coração... e de repente me lembro do casal de moradores de rua por quem passei ontem, ao ir para o centro a pé. Dormiam na calçada, abraçados, enrolados em mantas sujas. Como terá sido a noite dessa gente?

03 março, 2007

Pedro na praia

Esse menino está com três anos e pouco e já leva jeito de gente. Muito esperto. Na casa da praia conviveu com a família e amigos numa boa, falando o tempo todo, acontecendo, divertindo a todos. Tem opinião pra tudo. Charmoso e birrento, conquista a galera.
Uma alegria ser avô dele e poder voltar a brincar de rolar no chão, de fazer cócegas - ouvir essa gagalhada deliciosa! - e, ao final do dia, acomodá-lo no colo para contar uma história, enquanto ele adormece. Lá fora, a noite caindo e o barulho do mar embalando o sono do baixinho.