Foi o II ENBRACI - Encontro Brasileiro de Corretores de Imóveis, onde participei atendendo os visitantes internacionais e alguns aspectos de tecnologia. Aconteceu em 27 e 28 de Maio, e tudo correu bem. Beleza, mesmo!!
O Conselho Federal de Corretores de Imóveis, promotor do evento (e meu local de trabalho), assinou um convênio longamente negociado com a NAR, associação que congrega os 1.200.000 corretores americanos.
Nossos visitantes gostaram muito de Brasília, elogiaram o calor humano e a hospitalidade, encantaram-se com a gastronomia ("a carne brasileira tem um sabor e uma textura únicos!") e foram embora convencidos de que o Brasil é O PAÍS a ser conhecido, daqui pra frente, e é o lugar para se fazer investimentos.
Deixaram várias idéias de projetos a desenvolver. A primeira delas é convidar os corretores brasileiros a tornarem-se membros da NAR - as inscrições deverão começar em Junho...
Também veio o nosso amigo Petagna, de Roma, que aproveitou o convite para participar de um painel sobre a gestão do patrimônio imobiliário federal (ele fez uma breve palestra sobre sua experiência nessa área, na Europa) para reunir-se com a equipe encarregada dessa área no Brasil. Pode ser que surja uma colaboração entre ambos.
Veremos. Por enquanto, retomo o trabalho com a firme intenção de dar corpo aos tópicos do acordo assinado com os americanos. É serviço pra mais de metro!
30 maio, 2010
16 fevereiro, 2010
14 fevereiro, 2010
Um ano especial
Neste início de Fevereiro aconteceu o fechamento de um ciclo. Um grande amigo meu - um homem inteligente, executivo brilhante, consultor de padrão internacional - soube que alguns projetos importantes, desenvolvidos por ele em 2007 e 2008, foram concluídos e assinados neste início de ano, após um 2009 terrível, ano em que nada de positivo aconteceu no âmbito de seus negócios.
OK, o que há de tão terrível nisso? Muita gente também passou por coisas parecidas... Pois é. Mas o final de 2008 também viu sua vida familiar desmoronar sob o peso da separação conjugal, como resultado de anos fustigados por seu trabalho obsessivo, pelo abuso do álcool, por atitudes prepotentes - e a falta de trabalho na segunda metade de 2008 consumira as suas últimas reservas finaceiras.
O Natal de 2008 foi triste, com uma modesta ceia comprada com dinheiro emprestado. E dali por diante, cada semana tornou-se um suplício, com os credores batendo à porta, a falta de perspectivas, a falta de comida, a saúde abalada.
Em Fevereiro de 2009 uma profunda depressão quase o levou à morte. No dia seguinte, choro e arrependimento em meio a emoções confusas... a menos-valia, a vergonha do fracasso, a falta de fé, a saudade da muher e da filha, o medo da solidão.
Desde aquele Natal infeliz, venho prestando-lhe apoio como posso - e nesse "F evereiro Negro" chorei junto com ele, ao saber do ocorrido, por telefone (ele vive a uns 800 km daqui). Prestei minha solidariedade, reafirmando o compromisso da amizade, do acompanhamento, da esperança.
De lá pra cá, pudemos encontrar-nos um par de vezes, pessoalmente. Mas mantivemos correspondência regular por Skype, por e-mail. Telefonemas de suporte, para troca de informações... e para minhas considerações de amigo sobre os valores a revisar, sobre a análise interior, a aceitação da lei de causa e conseqüência, a reformulação de crenças. Ouvi horas de confidências, de elaborações sobre os fatos da vida, de resoluções intempestivas, de buscas pela fé...
Tive o privilégio, ao longo deste ano, de compartilhar a luta de uma pessoa - que admiro muito - por sua sanidade física, mental e espiritual. Um doloroso, excruciante e torturado processo de auto-conhecimento, de questionamento da vida, de retorno forçado à simplicidade, de enxugamento corporal. Os altos e baixos desse processo deixaram marcas na carne e na alma.
E neste Fevereiro, ao fechar o ciclo de doze meses desde aquele domingo de triste memória, chegam as boas novas, manifestando a luz no fim do túnel, a redenção financeira à vista, a possível retomada de uma vida "normal".
Sei, contudo, que essa "normalidade" nunca mais será como foi. Para ele, o despojamento a que a vida o obrigou por tanto tempo, a esperança alimentada e frustrada tantas vezes, a superação de suas limitações (que lhe deu uma nova medida do seu potencial) e imensa empatia pelos sentimentos alheios, bordada e chuleada na nova relação com suas duas amadas (esposa e filha) serão parâmetros muito claros de uma nova fase da vida.
Para mim, a manifestação diária de lealdade, de compaixão, de apoio franco e incondicional a este amigo tão especial foi um exercício intenso e gratificante. Dizem que "para ter um amigo, seja um"... e acredito nisso. Agradeço ao Universo pela oportunidade que me foi dada, e olho para o futuro com a certeza dessa amizade, consolidada num contexto de resgate pessoal e de elevação moral.
OK, o que há de tão terrível nisso? Muita gente também passou por coisas parecidas... Pois é. Mas o final de 2008 também viu sua vida familiar desmoronar sob o peso da separação conjugal, como resultado de anos fustigados por seu trabalho obsessivo, pelo abuso do álcool, por atitudes prepotentes - e a falta de trabalho na segunda metade de 2008 consumira as suas últimas reservas finaceiras.
O Natal de 2008 foi triste, com uma modesta ceia comprada com dinheiro emprestado. E dali por diante, cada semana tornou-se um suplício, com os credores batendo à porta, a falta de perspectivas, a falta de comida, a saúde abalada.
Em Fevereiro de 2009 uma profunda depressão quase o levou à morte. No dia seguinte, choro e arrependimento em meio a emoções confusas... a menos-valia, a vergonha do fracasso, a falta de fé, a saudade da muher e da filha, o medo da solidão.
Desde aquele Natal infeliz, venho prestando-lhe apoio como posso - e nesse "F evereiro Negro" chorei junto com ele, ao saber do ocorrido, por telefone (ele vive a uns 800 km daqui). Prestei minha solidariedade, reafirmando o compromisso da amizade, do acompanhamento, da esperança.
De lá pra cá, pudemos encontrar-nos um par de vezes, pessoalmente. Mas mantivemos correspondência regular por Skype, por e-mail. Telefonemas de suporte, para troca de informações... e para minhas considerações de amigo sobre os valores a revisar, sobre a análise interior, a aceitação da lei de causa e conseqüência, a reformulação de crenças. Ouvi horas de confidências, de elaborações sobre os fatos da vida, de resoluções intempestivas, de buscas pela fé...
Tive o privilégio, ao longo deste ano, de compartilhar a luta de uma pessoa - que admiro muito - por sua sanidade física, mental e espiritual. Um doloroso, excruciante e torturado processo de auto-conhecimento, de questionamento da vida, de retorno forçado à simplicidade, de enxugamento corporal. Os altos e baixos desse processo deixaram marcas na carne e na alma.
E neste Fevereiro, ao fechar o ciclo de doze meses desde aquele domingo de triste memória, chegam as boas novas, manifestando a luz no fim do túnel, a redenção financeira à vista, a possível retomada de uma vida "normal".
Sei, contudo, que essa "normalidade" nunca mais será como foi. Para ele, o despojamento a que a vida o obrigou por tanto tempo, a esperança alimentada e frustrada tantas vezes, a superação de suas limitações (que lhe deu uma nova medida do seu potencial) e imensa empatia pelos sentimentos alheios, bordada e chuleada na nova relação com suas duas amadas (esposa e filha) serão parâmetros muito claros de uma nova fase da vida.
Para mim, a manifestação diária de lealdade, de compaixão, de apoio franco e incondicional a este amigo tão especial foi um exercício intenso e gratificante. Dizem que "para ter um amigo, seja um"... e acredito nisso. Agradeço ao Universo pela oportunidade que me foi dada, e olho para o futuro com a certeza dessa amizade, consolidada num contexto de resgate pessoal e de elevação moral.
11 junho, 2009
Então tá!
Minha filha Úli deu um toque: tá paradão, paradão... O blog mais abandonado ao sul do Equador! Verdade...
O cidadão aqui anda numa roda-viva absolutamente frenética. Estou mergulhado em uma coleção de projetos, trabalhando em multi-processamento, e não há horario, feriado ou fim de semana para sossegar. Felizmente, a fase tem duração limitada - e já a partir de Julho acho que vou voltar a um ritmo mais "normal".
O mundo está em crise - e a boateira circulante traz seus reflexos ao Brasil, mesmo que tenhamos pouco a ver com ela. Por acaso, escolhi essa época para resolver que estou com 61 anos de vida e que preciso solucionar meus problemas financeiros de uma vez por todas!! Crise é sinonimo de oportunidade, certo?
Abracei um ritmo feroz, trabalhando com foco total, usando o aprendizado de quase 40 anos no batente e aproveitando o network cultivado durante esse tempo... Acho que os resultados vão começar a surgir muito em breve.
Ajudar amigos com problemas, aproveitando para investir em negócios promissores; "tourear" a falta de grana no fim do mês enquanto faço alguns exercícios espontâneos da Lei da Atração, "vivendo" a bonança futura como se fosse presente; manter a calma, a atitude e o silêncio sobre o que está rolando, para não despertar expectativas - e possíveis frustrações - nos que mais amo, ou inveja - nos que estão à beira do caminho criticando tudo e todos, torcendo pelo fracasso geral para justificar sua falta de iniciativa...
Tempos intensos, estes. Graças a Deus, tenho a força para levar tudo adiante e responder aos desafios. Não dá pra afrouxar!
Mais adiante, com alguma brecha para isso, ponho as fotos da viagem que faltam - e conto mais como foi.
"Tudo é difícil... mas nada é impossível!"
O cidadão aqui anda numa roda-viva absolutamente frenética. Estou mergulhado em uma coleção de projetos, trabalhando em multi-processamento, e não há horario, feriado ou fim de semana para sossegar. Felizmente, a fase tem duração limitada - e já a partir de Julho acho que vou voltar a um ritmo mais "normal".
O mundo está em crise - e a boateira circulante traz seus reflexos ao Brasil, mesmo que tenhamos pouco a ver com ela. Por acaso, escolhi essa época para resolver que estou com 61 anos de vida e que preciso solucionar meus problemas financeiros de uma vez por todas!! Crise é sinonimo de oportunidade, certo?
Abracei um ritmo feroz, trabalhando com foco total, usando o aprendizado de quase 40 anos no batente e aproveitando o network cultivado durante esse tempo... Acho que os resultados vão começar a surgir muito em breve.
Ajudar amigos com problemas, aproveitando para investir em negócios promissores; "tourear" a falta de grana no fim do mês enquanto faço alguns exercícios espontâneos da Lei da Atração, "vivendo" a bonança futura como se fosse presente; manter a calma, a atitude e o silêncio sobre o que está rolando, para não despertar expectativas - e possíveis frustrações - nos que mais amo, ou inveja - nos que estão à beira do caminho criticando tudo e todos, torcendo pelo fracasso geral para justificar sua falta de iniciativa...
Tempos intensos, estes. Graças a Deus, tenho a força para levar tudo adiante e responder aos desafios. Não dá pra afrouxar!
Mais adiante, com alguma brecha para isso, ponho as fotos da viagem que faltam - e conto mais como foi.
"Tudo é difícil... mas nada é impossível!"
26 abril, 2009
19 abril, 2009
Caderno de viagem - Zurich / Suíça
Finalmente, após alguns atrasos de programa, embarcamos para a Suíça, em 7 de Abril. Viagem longa pela Swiss, porém com o avião meio vazio, arranjei três poltronas para deitar-me, após o jantar, e dormi maravilhosamente!
Na chegada, com o Carlos Javera e o Carlos Magno, superamos rapidamente uma dúvida do oficial de imigração e trocamos euros por francos suíços no aeroporto (câmbio melhor que na cidade). Compramos um bilhete de trem e fomos para Hardbröker, a segunda estação, onde saltamos e saímos arrastando as malas, sem saber onde era a rua do Hotel Senator. Pergunta aqui e ali, o Carlos Javera ouviu alguém falando Português! Era um senhor de Portugal e seu filho, donos de uma casa de shows noturnos, que nos indicaram o caminho...

Dá pra ver o Carlos Javera andando com sua mala, lá na frente, para passar em baixo do viaduto...
O hotel muito bom, o atendimento cordial - a Mara, o Ivan, o Florian, a Monica, a Irina nos atenderam muito bem! - a gente se instalou e rapidamente o Carlos e eu saímos para um reconhecimento do terreno nas imdiações do hotel. O Carlos Magno se aboletou no notebook, com seus cigarros, e ficou no hotel...
Achamos os lugares para abastecimento tipo mercearia/ supermercado, achamos onde comer a bom preço, estudamos o mapa da cidade e compramos bilhetes de bonde válidos por 24 horas (CHF 7,80 cada um). Fomos ao centro conhecer as vias principais, caminhamos até o lago e nos familiarizamos com os endereços que teríamos que visitar.
Dois dias depois, na Sexta-Feira da Paixão, o Bide chegou. Fomos buscá-lo na saida da estação, e saímos juntos para uma volta de reconhecimento dele... O feriado prolongado se avizinhou como uma chance para descanso - na Suíça eles observam o feriado da "Pascuela", no dia seguinte à Páscoa, o que nos deu 4 dias de folga.
No sábado fizemos um passeio de barco pelo lago de Zurich - barco lotado, dia de sol, vento suave e agradável, as vistas muito bonitas! - e no domingo de Páscoa fizemos uma excursão - o Bide (convidando), o Carlos Javera e eu - de ônibus até o Monte Titlis, no vale do Engelberg, um pouco além da cidade de Lucerna, a uns 100 km de Zurich. Uma beleza!!
Uma nova postagem vai trazer fotos desses passeios... e a sequencia da viagem!
Na chegada, com o Carlos Javera e o Carlos Magno, superamos rapidamente uma dúvida do oficial de imigração e trocamos euros por francos suíços no aeroporto (câmbio melhor que na cidade). Compramos um bilhete de trem e fomos para Hardbröker, a segunda estação, onde saltamos e saímos arrastando as malas, sem saber onde era a rua do Hotel Senator. Pergunta aqui e ali, o Carlos Javera ouviu alguém falando Português! Era um senhor de Portugal e seu filho, donos de uma casa de shows noturnos, que nos indicaram o caminho...
Dá pra ver o Carlos Javera andando com sua mala, lá na frente, para passar em baixo do viaduto...
O hotel muito bom, o atendimento cordial - a Mara, o Ivan, o Florian, a Monica, a Irina nos atenderam muito bem! - a gente se instalou e rapidamente o Carlos e eu saímos para um reconhecimento do terreno nas imdiações do hotel. O Carlos Magno se aboletou no notebook, com seus cigarros, e ficou no hotel...
Achamos os lugares para abastecimento tipo mercearia/ supermercado, achamos onde comer a bom preço, estudamos o mapa da cidade e compramos bilhetes de bonde válidos por 24 horas (CHF 7,80 cada um). Fomos ao centro conhecer as vias principais, caminhamos até o lago e nos familiarizamos com os endereços que teríamos que visitar.
Dois dias depois, na Sexta-Feira da Paixão, o Bide chegou. Fomos buscá-lo na saida da estação, e saímos juntos para uma volta de reconhecimento dele... O feriado prolongado se avizinhou como uma chance para descanso - na Suíça eles observam o feriado da "Pascuela", no dia seguinte à Páscoa, o que nos deu 4 dias de folga.
No sábado fizemos um passeio de barco pelo lago de Zurich - barco lotado, dia de sol, vento suave e agradável, as vistas muito bonitas! - e no domingo de Páscoa fizemos uma excursão - o Bide (convidando), o Carlos Javera e eu - de ônibus até o Monte Titlis, no vale do Engelberg, um pouco além da cidade de Lucerna, a uns 100 km de Zurich. Uma beleza!!
Uma nova postagem vai trazer fotos desses passeios... e a sequencia da viagem!
24 março, 2009
Viagem à China!
De repente, numa quarta-feira, há dez dias, o João Teodoro me liga de Brasília para convidar-me a uma viagem... para a CHINA! No início, achei que ele queria se livrar de mim, mas depois vi que era uma viagem de negócios - e precisava que eu o substituísse. O lance é ir com o Bide, mano dele, e mais um amigo, para resolver negócios pendentes lá fora.
Porque a gente não vai apenas à China: vamos a Frankfurt, a Zurique e a Roma, também! Business is business - então vamos lá! Estaremos decolando na quinta-feira, dia 26, à noite, para Frankfurt...
Tenho muitas esperanças para essa viagem. Além de conhecer o país, pretendo verificar como são os protocolos de negociação, por lá, e tentar fechar os projetos que estamos levando, porque tem uma comissão envolvida - e isso me permitiria liquidar as dívidas remanescentes, e dar uma ajeitada na vida...

Porque a gente não vai apenas à China: vamos a Frankfurt, a Zurique e a Roma, também! Business is business - então vamos lá! Estaremos decolando na quinta-feira, dia 26, à noite, para Frankfurt...
Tenho muitas esperanças para essa viagem. Além de conhecer o país, pretendo verificar como são os protocolos de negociação, por lá, e tentar fechar os projetos que estamos levando, porque tem uma comissão envolvida - e isso me permitiria liquidar as dívidas remanescentes, e dar uma ajeitada na vida...

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